Mentoria e Curadoria de Projetos de Pesquisa em Educação, Ciência, Tecnologia, Tecnologia Social, Inovação, Projetos Escolares e Formação de Sujeitos.
segunda-feira, novembro 07, 2011
CONCORDAM COM O AFORISMO?
domingo, novembro 06, 2011
VIVA AOS RECICLADORES
O Brasil recicla apenas 13% do lixo aqui produzido, enquanto os Estados Unidos reciclam 31% e a Alemanha recicla 48%. Do lixo reciclado no Brasil 98% é coletado pelos catadores de rua e não pelas instituições, como acontece em outros países. Daí a importância, em nosso país, do catador de rua, do reciclador. Um viva a eles.
terça-feira, outubro 25, 2011
Além do Big Bang
O universo mutante de Albert Einstein e suas teorias são referências para a compreensão do universo como conhecemos
Em busca da auróra cósmica
O balanço do tempo
Imensidão galática
Um novo tempo
No topo da montanha, naquele ensolarado dia de janeiro, Einstein, então com 51 anos de idade, ficou encantado com o telescópio. Tal como uma criança diante de um brinquedo novo, ele montou na estrutura metálica que suportava o telescópio e começou a examiná-la diante dos olhares constrangidos de seus anfitriões. Também estava presente a mulher de Einstein, Elsa. Ao saber que o gigantesco refletor era usado para determinar a forma do universo, conta-se que ela teria respondido: “Bem, o meu marido costuma fazer isso no verso de um envelope usado”.
Não se tratava apenas do orgulho normal de uma esposa. Afinal, anos antes de Hubble detectar a expansão do cosmo, Einstein havia proposto uma teoria, a da relatividade geral, que explicava o fenômeno. No estudo do universo, tudo remete a Einstein.
Seja aonde for que as observações dos astrônomos os conduzam, elas estão no interior do território delimitado por Einstein, onde o tempo é relativo, a massa e a energia são intercambiáveis, e o espaço se estica e se retorce. Tais marcas são nítidas na cosmologia, o estudo da história e do destino do universo. A relatividade geral “descreve como o nosso universo surgiu, como se expande e qual será o seu futuro”, diz Alan Dressler, dos Observatórios Carnegie. Início, meio e fim – “tudo está ligado a essa idéia majestosa”.
Na virada do século 20, 30 anos antes do encontro de Einstein e Hubble no monte Wilson, a física estava em polvorosa. Os raios X, os elétrons e a radiatividade haviam acabado de ser descobertos, e os físicos começaram a notar que as confiáveis leis do movimento, que remontavam mais de dois séculos até Isaac Newton, não conseguiam explicar de modo satisfatório como essas novas e estranhas partículas se moviam pelo espaço. Foi preciso um rebelde, um jovem ousado que desprezava as formas tradicionais de aprendizado e tinha uma fé inabalável em sua própria capacidade, para abrir um caminho por esse território novo e desconcertante.
Entre os seus dons estava uma poderosa intuição, quase um sexto sentido para vislumbrar o funcionamento da natureza. Einstein pensava por meio de imagens, como esta, que começou a persegui-lo ainda adolescente: se uma pessoa pudesse se deslocar ao lado de um feixe de luz, o que ela veria? Veria a onda eletromagnética imóvel como uma espécie de geleira? “É improvável que algo assim possa existir!”, recordou-se mais tarde o próprio Einstein do que pensara na época.
Aos poucos ele chegou à convicção de que, uma vez que todas as leis da física continuam válidas tanto no estado de inércia como no de movimento constante, a velocidade da luz também deveria ser constante. Ninguém consegue se deslocar à mesma velocidade de um feixe de luz. Mas, se a velocidade da luz é idêntica para todos os observadores, então outro fator precisa ser abandonado: o tempo e o espaço absolutos. Einstein concluiu daí que o cosmo não segue um relógio universal, ou seja, não dispõe de um quadro de referência comum. O espaço e o tempo são “relativos”, fluem de maneira diferente para cada um de nós conforme o nosso movimento.
A teoria da relatividade restrita, proposta por Einstein há um século, também mostrou que a energia e a massa são dois lados da mesma moeda, para sempre associadas em sua famosa equação E = mc2. (E representa a energia; m, a massa; e c, a velocidade da luz.)
Einstein, porém, não ficou satisfeito com isso. A relatividade restrita era justamente isto – restrita. Ela não era capaz de descrever todos os tipos de movimento, como o dos objetos presos à gravidade, a força de grande escala que dá forma ao universo. Assim, dez anos depois, em 1915, Einstein procurou corrigir isso propondo outra teoria, a da relatividade geral, que completava as leis de Newton ao redefinir a gravidade.
Descobrindo a Expansão do Universo
Descobrindo a Expansão do Universo
26 de outubro de 2011 - Prof. Ioav Waga [IF - UFRJ]
Sobre o autor
ioav@if.ufrj.br
A negligência da comunidadecientífica e os abusos pseudo-científicos (por Daniel Neves Micha)
Vimos presenciando na mídia de massa uma banalização dos assuntos relacionados à física e às ciências em geral. Comumente, vemos e ouvimos alguém falar da ligação da física (em especial a quântica) com a medicina (cura quântica), com as religiões, com a espiritualidade, etc. Recentemente, tivemos alguns exemplos frustrantes sendo explorados: o filme "Quem somos nós", que relaciona (erroneamente) diversos conceitos do universo quântico com a física do nosso dia-a-dia; o livro "O segredo", que, de acordo com a autora, "cada um contém uma força magnética dentro de si mais poderosa do que qualquer coisa neste mundo emitida por seus pensamentos" e, com isso, afirma que pode atrair coisas boas; as pulseiras "Power Balance", que promete efeitos bioquânticos para gerar "aperfeiçoamento do equilíbrio, ampliação da força central, aumento do alcance dos movimentos e bem estar total" (retirado do panfleto do produto); dentre outros exemplos que poderia citar. Sei que, hoje, com todo o conhecimento que temos, não conseguimos, de fato, refutar todos os argumentos colocados, principalmente pela maioria se tratar de assuntos metafísicos (que, na verdade, não estamos tão interessados em tratar). Mas, sabemos o que não pode ser e podemos ajudar a desmistificar alguns desses absurdos.
Apenas a titulo de informação, uma medida recente tomada pela ANVISA foi proibir a comercialização de 9 nove medicamentos fitoterápicos. Nas bulas e caixas dos remédios deste tipo que ainda não foram comprovados experimentalmente vem um aviso: "PRODUTO EM ESTUDO PARA AVALIAÇÃO CIENTÍFICA DAS INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E DA TOXIDADE. O USO DESTE PRODUTO ESTÁ BASEADO EM INDICAÇÕES TRADICIONAIS".
A consequência dessas práticas é que o povo, em sua esmagadora maioria, leigo no assunto, compra as idéias (e os produtos gerados dessas) e solidifica esses conceitos na cabeça. Isso é inevitável, uma vez que o ser humano é curioso e ávido por explicações. Daí, quando alguém com formação e experiência comprovadas no assunto tenta dizer o contrário explicando os conceitos da forma correta, já é tarde, pois ninguém mais acredita (vivi e convivi com essas experiências). Nossa sociedade está alheia à natureza à sua volta e à toda a tecnologia que está em seus bolsos e lares.
No meu ponto de vista, a culpa desses desentendimentos não é da sociedade (leiga). A má fé de alguns grupos de empresários que se aproveitam da ignorância para "fazer" dinheiro (às vezes até inconscientemente) contribui para essa alienação, mas acredito que grande parte dessa responsabilidade é dos profissionais que de certa forma detêm esses conhecimentos, ou seja, NÓS.
De que forma será que podemos contribuir para transformar essa realidade? Publicando artigos em revistas de reduzido acesso? Mantendo as informações sobre nossas pesquisas nos grupos de trabalho dos quais fazemos parte? Endosso a importância dessas atividades no meio científico, mas, de alguma maneira, precisamos deixar isso "vazar" de nossos nichos, dar acesso a todos. Como? Procurando e se deixando encontrar nos meios de comunicação vigentes. Mandar cartas aos editores das colunas científicas dos jornais, entrar em contato com jornalistas para dar entrevistas (deu certo com nosso grupo), fazer palestras para qualquer audiência (de qualquer idade) em locais públicos ou de fácil acesso e divulgação, etc. Enfim, correr atrás de retornar para a sociedade tudo aquilo que adquirimos com nosso tempo de experiência é parte de nosso dever.
Vamos lá, façamos nossa parte!
Atenciosamente,
Daniel Neves Micha
Professor do curso de licenciatura em física do CEFET/RJ Campus Petrópolis
Doutorando em física pela UFRJ
Integrante do INCT de Nanodispositivos Semicondutores (DISSE)
sexta-feira, outubro 14, 2011
QUAL É TUA OBRA?
quinta-feira, setembro 29, 2011
AS ROSAS E AS MIGRAÇÕES CULTURAIS
A rosa é também a flor que aparece no mito da virgem de Guadalupe, patrona do México. O culto à Nossa Senhora de Guadalupe está associado à prática dos missionários jesuítas de contar histórias aos índios com o objetivo de convertê-los. A importação de imagens espanholas fazia parte da prática de conquista com a colonização do imaginário, altamente eficiente.
Já em 1531, a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe "aparece" para um índio mexicano que leva a imagem da Virgem em um manto banhado de rosas. E a rosa se espalhou pelo continente americano e toda a simbologia cultural que ela trouxe consigo.
terça-feira, setembro 06, 2011
URDUME
O VERMELHO
(GARCIA, Carol. Imagens Errantes, Estação das Letras e Cores, São Paulo, 2010.)
quinta-feira, maio 05, 2011
MEDIDA DA GRAVIDADE EM ESCALA QUÂNTICA
La gravité mesurée à l'échelle quantique
segunda-feira, maio 02, 2011
PALAVRAS APRENDIDAS
Palavras aprendidas na leitura de "Cidades Invisíveis" de Ítalo Calvino: -
"alcatruzes das noras, ... suspensas por andas"
Alcatruz - vaso preso por corda ou corrente, com que se tira água do poço ou cisterna.
Nora - aparelho hidráulico, em geral rudimentar, usado para tirar água de poços ou rios, e constituída por alcatruzes presos a uma roda de madeira ou a uma corrente sem fim.
Anda - árvore brasileira que fornece madeira para construção, leve e macia, e de cujas sementes se obtém um óleo purgativo.
Cornucópia - corno da abundância, símbolo da produtividade da natureza.
Siroco - vento seco e quente, carregado de poeiras, que sopra do Saara em direção à Argélia, devido a baixas pressões no Mediterrâneo.
Fáretra ou Aljava - bolsa ou estojo em que se guardavam as flexas, e que se trazia pendente no ombro.
quarta-feira, abril 13, 2011
pesquisadores criam folhas produtoras de energia
http://bit.ly/falr1O
segunda-feira, abril 11, 2011
CONCURSO CULTURAL GAMBIARRAS TECNOLÓGICAS
Concurso Cultural Gambiarras Tecnológicas
http://gambiartedesign.
wordpress.com Acessórios feitos com peças de computador? Antena feita com pvc? Carrinhos mp3 com tv que vendem café? Teclado que virou telefone? Celular-vaso de flores? Monitor casa-de-cachorro? Máscara africana porta-antena wi-fi? CD decorando árvores?
As inscrições para o Concurso Gambiarras Tecnológicas vão até o dia 24 de maio. O objetivo é divulgar a criatividade de pessoas que utilizam e fazem arte a partir de peças de computador e de outros aparatos tecnológicos que seriam descartados, ou que sejam reutilizados de maneira criativa. Valem as reapropriaçoes e os novos usos das tecnologias para algum outro fim.
A inscrição é gratuita. Basta enviar a foto com o nome e o local onde foi feita para o gambiartedesign@gmail.com.A comissão irá avaliar as fotos das Gambiarras e os três primeiros lugares ganharam prêmios especiais. Os candidatos podem participar com quantas fotos quiserem.Fotografem as gambiarras pelas ruas!
Envie fotos de Gambiarras Tecnológicas pra gente! As fotos escolhidas estarão em nossa galeria no site Flickr. Participe!
E-mail: gambiartedesign@gmail.com
sábado, fevereiro 19, 2011
A QUÍMICA E A VIDA 1
Vida quimicamente trivial.
Ao carbono, hidrogênio,
oxigênio e nitrogênio
junte-se pitada de cálcio
tiquitim de potássio
quase nada de outros elementos.
Complexamente organizado,
eis o ser humano.
"VIVER É MUITO PERIGOSO"
"Viver é muito perigoso". E sobreviver é muito difícil. 99,99% dos bilhões de espécies de seres vivos que existiram na Terra desde a aurora do tempo não está mais aqui. A vida é muito frágil.
90 POR 10
segunda-feira, fevereiro 07, 2011
MOVIMENTO BROWNIANO
Em 1928, o botânico escocês Robert Brown observou um estranho fenômeno no seu microscópio: inúmeros e minúsculos grãos de pólen mergulhados em um líquido em reposuo mexiam-se de forma frenética e irregular. As partículas agitavam-se de trás para frente e da esquerda para a direita, indo de um lado para o outro em um movimento totalmente desordenado. Durante muito tempo procurou-se explicações para isso, mas foi preciso esperar 80 anos paa que Einstei e outros físicos conseguissem compreender o fenômeno: as moléculas do líquido se mexem aos solavancos através de movimentos aleatórios e, chocando-se com as partículas de pólen fazem-nas se mover. Einstein desenvolveu uma formulação matemática que ficou conhecida como movimento browniano e que tem aplicações em áreas diversas, desde a física e a demografia até a economia e as finanças. Porém, o precursor destes modelos matemáticos foi um professor francês, chamado Louis Bachelier, que estudou o passeio aleatório como modelo do comportamento dos mercados, e já sinalizava que o modelo poderia explicar o movimento browniano se considerasse momentos cada vez mais curtos. Os trabalhos de Bachelier antecederam os de Einstein, mas passaram despercebidos e ficaram muito tempo esquecidos. Einstein também não era muito conhecido na época, mas como físico vivia os grandes momentos de efervecência da física do início do século XX.
sexta-feira, fevereiro 04, 2011
LIÇÕES DA AMAZÔNIA
1. Como em todo o Brasil, na Amazônia tudo está para ser feito.
2. É preciso colocar a Educação Ambiental, ou qualquer outro nome que possa ter, no centro da Educação em Ciências e da pesquisa em Ensino de Ciências.
3. Trabalhar com Educação Ambiental sem considerar o homem como parte do ambiente induz a falsos resultados.
4. Não se pode desprezar a cultura popular, as crenças e representações populares para propor uma agenda educacional em Ciências.
5. Tem muita gente competente no Amazonas.
6. É preciso investir fortemente no ensino fundamental e na formação de professores. A formação de professores no Brasil é ridícula.
7. O Brasil continua um somatório irregular de localidades isoladas, de sertões. Precisa-se interligar os sertões. E a EaD pode proporcionar isso.
8. A representação dos índios no Brasil os mostra como pessoas nuas. Os índios do Amazonas usam indumentárias próprias.
9. As estratégias de divulgação científica precisam ser planejadas a partir de demandas da população.
10. Tecnologias modernas, como a nanotecnologias, podem sanear a sem rasgar a floresta, sem a Engenharia do século XIX.
11. A média de chuva no mundo é de 1m por ano. A grande precipitação de chuva concentra-se em uma estreita faixa que vai das ilhas da Oceania, passando pelo Pacífico e Atlântico e Amazonas, chegando a uma pequena porção da costa oeste da África. Nesses locais a precipitação chega a 3m de chuva por ano.
12. Muita chuva significa muita liberação de energia. Nuvens de chuva significam condensação de vapor d'água com liberação de energia. A Amazônia é a maior fonte continental de energia para o sistema climático da Terra.
13. Importância da Amazônia: ela é um armazem de carbono em torno de dez vezes a emissão geral global de gases de efeito estufa.
14. As florestas tropicais retiram CO2 da atmosfera e liberam O2, através da fotossíntese. Juntamente com os oceanos elas fazem este balanço químico.
15. O sequestro de Carbono através da fotossíntese ainda é maior que a emissão pelo desflorestamento. 82% da emissão de gás carbônico na atmosfera provém da queima de combustíveis fósseis.
terça-feira, agosto 17, 2010
quarta-feira, agosto 04, 2010
SEM FUTURO?
Se hoje deletamos nossos rascunhos, correspondências e mensagens eletrônicas, como, daqui alguns anos, serão as fontes de pesquisa da história do pensamento?
SOBRE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA
terça-feira, junho 01, 2010
QUATRO DÉCADAS DEPOIS
Mais de quatro décadas da contracultura (sou fruto dela) os indignados não estão menos indignados (indignação não envelhece) nem o mundo melhorou: continua o mesmo. E o roteirista (com direito a Oscar), diretor e ator de um filme (Sem Destino) ícone da contracultura norte-americana, Denis Hoper, morreu de câncer na próstata. A cultura média absorve facilmente a contracultura, como a moda absorveu o índigo blue, e os símbolos vão morrendo e o mundo dá voltas e volta ao mesmo lugar. Apenas a inclinação da Terra mudou 0,012 graus depois do terremoto do Chile.
MUSEUS E PÚBLICO
quinta-feira, março 18, 2010
terça-feira, março 09, 2010
QUAL A SUA DÚVIDA SOBRE AQUECIMENTO GLOBAL?
quarta-feira, janeiro 27, 2010
CORRER DESCALÇO É MELHOR
"Most people today think barefoot running is dangerous and hurts," Daniel Lieberman, a professor of human evolutionary biology at Harvard University, said in a prepared statement. "But actually you can run barefoot on the world's hardest surfaces without the slightest discomfort and pain…It might be less injurious than the way some people run in shoes."
Lieberman and his group used 3-D infrared tracking to record and study the running and strike style of three groups of runners: people who had always run barefoot, people who had always run with shoes, and people who had switched from shoe to shoeless.
They found that when runners lace up their shmancy sneakers and take off, about 75 to 80 percent land heel-first. Barefoot runners—as Homo sapiens had evolved to be—usually land toward the middle or front of the food. "People who don't wear shoes when they run have an astonishingly different strike," Lieberman said.
Without shoes, landing on the heel is painful and can translate into a collision force some 1.5 to 3 times body weight. "Barefoot runners point their toes more at landing," which helps to lessen the impact by "decreasing the effective mass of the foot that comes to a sudden stop when you land," Madhusudhan Venkadesan, an applied mathematics and human evolutionary biology postdoctoral researcher at Harvard who also worked on the study, said in a prepared statement. But as cushioned kicks have hit the streets and treadmills, that initial pain has disappeared, and runners have changed their stride, leading to a way of high-impact running that human physiology wasn't evolved for—one that the researchers posit can lead to a host of foot and leg injuries.
Perhaps it should come as no surprise that our bodies are still better engineered than new-fangled trainers. When taking into account our ancient ancestors, "humans have engaged in endurance running for millions of years," the researchers wrote in their study. "But the modern running shoe was not invented until the 1970s."
Another recent study, by the American Academy of Physical Medicine and Rehabilitation and published last December in the academy's journal, PM&R, found that wearing running shoes "increased joint torques at the hip, knee and ankle," when compared to barefoot running. Even a jog in high heels was better for joints than specialized tennis shoes.
Despite the growing movement of barefoot (or more lightly shod) runners, many researchers are calling for more evaluation before all those sweaty sneakers are abandoned. "There is no hard proof that running in shoes… causes injuries," William Jungers, a professor of anatomical sciences at Stony Brook University in Long Island, NY, wrote in a commentary that accompanies the new study. But, he asserted, "In my view there is no compelling evidence that it prevents them either." And as a boost to the barefoot argument, he added: "There are data that implicate shoes more generally as a plausible source of some types of chronic foot problems."
So perhaps you can skip those sneaks, say the study authors. "All you need is a few calluses," Lieberman said.
quinta-feira, novembro 19, 2009
Computadores podem ultrapassar capacidade do cérebro humano em 2019
http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2009/11/18/
segunda-feira, abril 20, 2009
Relógio mais preciso do mundo

quarta-feira, março 11, 2009
MIL RAZÕES PARA A PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE
Ciência em Nietzsche
terça-feira, novembro 11, 2008
Sonda Phoenix vê neve cair em Marte
A sonda Phoenix, que explora o solo de Marte, detectou a formação de neve vinda das nuvens do planeta. Os experimentos também mostraram uma interação no passado entre minerais e água em estado líquido, um processo que ocorre na Terra.
A neve foi detectada por instrumentos que usam laser em nuvens localizadas a cerca de 4 km acima de onde a sonda está instalada. Entretanto, os flocos evaporam antes de chegar ao solo.
Em 18 de setembro, a Folha Online adiantou a descoberta de água líquida em Marte, feita pelo brasileiro Nilton Rennó, também líder de pesquisa da missão da sonda. Para o grupo de Rennó não resta dúvida de que a substância possa ser encontrada no Planeta Vermelho, embora haja outros cientistas que dizem ver apenas "indícios".
Os experimentos realizados na Phoenix também indicam a presença de carbonato de cálcio, elemento presente em esqueletos dos corais e no giz da Terra. Também há indicações de partículas que podem ser argila. "A maioria dos carbonatos na Terra se formam apenas na presença de água líquida", afirma a direção da missão, em nota.
"Nós ainda estamos coletando dados e temos muitas análises pela frente, mas estamos progredindo nas grandes questões que fizemos para nós mesmos", afirma Peter Smith, chefe de pesquisa da Phoenix, no comunicado.
A missão da Phoenix, que começou em 25 de maio e originalmente estava planejada para durar três meses, entrou no quinto mês. Agora, a nave sofre com a queda na energia solar --esse deve ser o motivo para o encerramento dos trabalhos, até o fim do ano.
Até o fim de outubro, não deve haver energia suficiente para o funcionamento do braço robótico da sonda, que faz escavações no planeta. Depois, a Phoenix deve virar "ferro velho" marciano.
Cientistas identificam proteína-chave no controle da cor das flores
Cientistas da Vrije Universiteit Amsterdã, na Holanda, identificaram uma proteína que desempenha um papel importante no controle da coloração normal das pétalas das petúnias. As pesquisas, publicadas na revista "Nature Cell Biology" e que incluem a manipulação dessa proteína-chave nas células das pétalas, podem levar à criação de flores de cores diferentes das naturais.
Os pigmentos da flor se acumulam em um compartimento de células das pétalas conhecidas como vacúolo, mas a simples presença desses pigmentos não basta para gerar as cores rosa e vermelha das petúnias.
Os cientistas conheciam alguns fatores que controlam os níveis desses pigmentos, mas até agora não estava claro como era controlada a acidez do vacúolo.
A pesquisadora Francesca Quattrocchio e seus colegas da Vrije Universiteit Amsterdã conseguiram identificar uma proteína chamada PH5, que funciona como uma bomba e gera um ambiente ácido no vacúolo.
As mutações no gene PH5 reduzem a acidez do vacúolo, o que dá lugar a petúnias azuis.
Segundo os pesquisadores, os fatores que controlam os níveis dos pigmentos da flor controlam também a expressão PH5, o que garante uma coincidência entre o pigmento e a proteína que permite seu normal funcionamento.
A capacidade de alterar o ambiente do vacúolo manipulando a proteína PH5 pode servir para criar petúnias com pétalas de cores diferentes das habituais.
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