http://bit.ly/falr1O
Mentoria e Curadoria de Projetos de Pesquisa em Educação, Ciência, Tecnologia, Tecnologia Social, Inovação, Projetos Escolares e Formação de Sujeitos.
quarta-feira, abril 13, 2011
pesquisadores criam folhas produtoras de energia
http://bit.ly/falr1O
segunda-feira, abril 11, 2011
CONCURSO CULTURAL GAMBIARRAS TECNOLÓGICAS
Concurso Cultural Gambiarras Tecnológicas
http://gambiartedesign.
wordpress.com Acessórios feitos com peças de computador? Antena feita com pvc? Carrinhos mp3 com tv que vendem café? Teclado que virou telefone? Celular-vaso de flores? Monitor casa-de-cachorro? Máscara africana porta-antena wi-fi? CD decorando árvores?
As inscrições para o Concurso Gambiarras Tecnológicas vão até o dia 24 de maio. O objetivo é divulgar a criatividade de pessoas que utilizam e fazem arte a partir de peças de computador e de outros aparatos tecnológicos que seriam descartados, ou que sejam reutilizados de maneira criativa. Valem as reapropriaçoes e os novos usos das tecnologias para algum outro fim.
A inscrição é gratuita. Basta enviar a foto com o nome e o local onde foi feita para o gambiartedesign@gmail.com.A comissão irá avaliar as fotos das Gambiarras e os três primeiros lugares ganharam prêmios especiais. Os candidatos podem participar com quantas fotos quiserem.Fotografem as gambiarras pelas ruas!
Envie fotos de Gambiarras Tecnológicas pra gente! As fotos escolhidas estarão em nossa galeria no site Flickr. Participe!
E-mail: gambiartedesign@gmail.com
sábado, fevereiro 19, 2011
A QUÍMICA E A VIDA 1
Vida quimicamente trivial.
Ao carbono, hidrogênio,
oxigênio e nitrogênio
junte-se pitada de cálcio
tiquitim de potássio
quase nada de outros elementos.
Complexamente organizado,
eis o ser humano.
"VIVER É MUITO PERIGOSO"
"Viver é muito perigoso". E sobreviver é muito difícil. 99,99% dos bilhões de espécies de seres vivos que existiram na Terra desde a aurora do tempo não está mais aqui. A vida é muito frágil.
90 POR 10
segunda-feira, fevereiro 07, 2011
MOVIMENTO BROWNIANO
Em 1928, o botânico escocês Robert Brown observou um estranho fenômeno no seu microscópio: inúmeros e minúsculos grãos de pólen mergulhados em um líquido em reposuo mexiam-se de forma frenética e irregular. As partículas agitavam-se de trás para frente e da esquerda para a direita, indo de um lado para o outro em um movimento totalmente desordenado. Durante muito tempo procurou-se explicações para isso, mas foi preciso esperar 80 anos paa que Einstei e outros físicos conseguissem compreender o fenômeno: as moléculas do líquido se mexem aos solavancos através de movimentos aleatórios e, chocando-se com as partículas de pólen fazem-nas se mover. Einstein desenvolveu uma formulação matemática que ficou conhecida como movimento browniano e que tem aplicações em áreas diversas, desde a física e a demografia até a economia e as finanças. Porém, o precursor destes modelos matemáticos foi um professor francês, chamado Louis Bachelier, que estudou o passeio aleatório como modelo do comportamento dos mercados, e já sinalizava que o modelo poderia explicar o movimento browniano se considerasse momentos cada vez mais curtos. Os trabalhos de Bachelier antecederam os de Einstein, mas passaram despercebidos e ficaram muito tempo esquecidos. Einstein também não era muito conhecido na época, mas como físico vivia os grandes momentos de efervecência da física do início do século XX.
sexta-feira, fevereiro 04, 2011
LIÇÕES DA AMAZÔNIA
1. Como em todo o Brasil, na Amazônia tudo está para ser feito.
2. É preciso colocar a Educação Ambiental, ou qualquer outro nome que possa ter, no centro da Educação em Ciências e da pesquisa em Ensino de Ciências.
3. Trabalhar com Educação Ambiental sem considerar o homem como parte do ambiente induz a falsos resultados.
4. Não se pode desprezar a cultura popular, as crenças e representações populares para propor uma agenda educacional em Ciências.
5. Tem muita gente competente no Amazonas.
6. É preciso investir fortemente no ensino fundamental e na formação de professores. A formação de professores no Brasil é ridícula.
7. O Brasil continua um somatório irregular de localidades isoladas, de sertões. Precisa-se interligar os sertões. E a EaD pode proporcionar isso.
8. A representação dos índios no Brasil os mostra como pessoas nuas. Os índios do Amazonas usam indumentárias próprias.
9. As estratégias de divulgação científica precisam ser planejadas a partir de demandas da população.
10. Tecnologias modernas, como a nanotecnologias, podem sanear a sem rasgar a floresta, sem a Engenharia do século XIX.
11. A média de chuva no mundo é de 1m por ano. A grande precipitação de chuva concentra-se em uma estreita faixa que vai das ilhas da Oceania, passando pelo Pacífico e Atlântico e Amazonas, chegando a uma pequena porção da costa oeste da África. Nesses locais a precipitação chega a 3m de chuva por ano.
12. Muita chuva significa muita liberação de energia. Nuvens de chuva significam condensação de vapor d'água com liberação de energia. A Amazônia é a maior fonte continental de energia para o sistema climático da Terra.
13. Importância da Amazônia: ela é um armazem de carbono em torno de dez vezes a emissão geral global de gases de efeito estufa.
14. As florestas tropicais retiram CO2 da atmosfera e liberam O2, através da fotossíntese. Juntamente com os oceanos elas fazem este balanço químico.
15. O sequestro de Carbono através da fotossíntese ainda é maior que a emissão pelo desflorestamento. 82% da emissão de gás carbônico na atmosfera provém da queima de combustíveis fósseis.
terça-feira, agosto 17, 2010
quarta-feira, agosto 04, 2010
SEM FUTURO?
Se hoje deletamos nossos rascunhos, correspondências e mensagens eletrônicas, como, daqui alguns anos, serão as fontes de pesquisa da história do pensamento?
SOBRE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA
terça-feira, junho 01, 2010
QUATRO DÉCADAS DEPOIS
Mais de quatro décadas da contracultura (sou fruto dela) os indignados não estão menos indignados (indignação não envelhece) nem o mundo melhorou: continua o mesmo. E o roteirista (com direito a Oscar), diretor e ator de um filme (Sem Destino) ícone da contracultura norte-americana, Denis Hoper, morreu de câncer na próstata. A cultura média absorve facilmente a contracultura, como a moda absorveu o índigo blue, e os símbolos vão morrendo e o mundo dá voltas e volta ao mesmo lugar. Apenas a inclinação da Terra mudou 0,012 graus depois do terremoto do Chile.
MUSEUS E PÚBLICO
quinta-feira, março 18, 2010
terça-feira, março 09, 2010
QUAL A SUA DÚVIDA SOBRE AQUECIMENTO GLOBAL?
quarta-feira, janeiro 27, 2010
CORRER DESCALÇO É MELHOR
"Most people today think barefoot running is dangerous and hurts," Daniel Lieberman, a professor of human evolutionary biology at Harvard University, said in a prepared statement. "But actually you can run barefoot on the world's hardest surfaces without the slightest discomfort and pain…It might be less injurious than the way some people run in shoes."
Lieberman and his group used 3-D infrared tracking to record and study the running and strike style of three groups of runners: people who had always run barefoot, people who had always run with shoes, and people who had switched from shoe to shoeless.
They found that when runners lace up their shmancy sneakers and take off, about 75 to 80 percent land heel-first. Barefoot runners—as Homo sapiens had evolved to be—usually land toward the middle or front of the food. "People who don't wear shoes when they run have an astonishingly different strike," Lieberman said.
Without shoes, landing on the heel is painful and can translate into a collision force some 1.5 to 3 times body weight. "Barefoot runners point their toes more at landing," which helps to lessen the impact by "decreasing the effective mass of the foot that comes to a sudden stop when you land," Madhusudhan Venkadesan, an applied mathematics and human evolutionary biology postdoctoral researcher at Harvard who also worked on the study, said in a prepared statement. But as cushioned kicks have hit the streets and treadmills, that initial pain has disappeared, and runners have changed their stride, leading to a way of high-impact running that human physiology wasn't evolved for—one that the researchers posit can lead to a host of foot and leg injuries.
Perhaps it should come as no surprise that our bodies are still better engineered than new-fangled trainers. When taking into account our ancient ancestors, "humans have engaged in endurance running for millions of years," the researchers wrote in their study. "But the modern running shoe was not invented until the 1970s."
Another recent study, by the American Academy of Physical Medicine and Rehabilitation and published last December in the academy's journal, PM&R, found that wearing running shoes "increased joint torques at the hip, knee and ankle," when compared to barefoot running. Even a jog in high heels was better for joints than specialized tennis shoes.
Despite the growing movement of barefoot (or more lightly shod) runners, many researchers are calling for more evaluation before all those sweaty sneakers are abandoned. "There is no hard proof that running in shoes… causes injuries," William Jungers, a professor of anatomical sciences at Stony Brook University in Long Island, NY, wrote in a commentary that accompanies the new study. But, he asserted, "In my view there is no compelling evidence that it prevents them either." And as a boost to the barefoot argument, he added: "There are data that implicate shoes more generally as a plausible source of some types of chronic foot problems."
So perhaps you can skip those sneaks, say the study authors. "All you need is a few calluses," Lieberman said.
quinta-feira, novembro 19, 2009
Computadores podem ultrapassar capacidade do cérebro humano em 2019
http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2009/11/18/
segunda-feira, abril 20, 2009
Relógio mais preciso do mundo

.jpg)